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Grupo Sunshine optimista no desenvolvimento de Angola

O grupo Sunshine está presente no País há sete anos. De lá para cá, conta hoje com cinco empresas no mercado nacional: a Tupuca (empresa vocacionada à entrega de refeições ao domicilio), a T’Leva (plataforma da Tupuca de mobilidade urbana para o transporte de pessoas e bens), a Jetour (Jetour Angola, marca de viaturas da fabricante chinesa Chery). Com foco noutros investimentos, o grupo está também voltado na exploração de minérios. Recentemente, inaugurou, a Métrica Soluções, uma das primeiras fábricas de contadores automáticos do País.

Automatizada, a fábrica tem uma capacidade de produção de 400 mil contadores por ano, entre os de água e os de energia eléctrica. O investimento é capital próprio do grupo de 17.500 milhões USD, numa primeira fase, sendo que na segunda fase serão investidos mais 10 milhões USD, para a conclusão do projecto. Ou seja, a segunda fase deverá permitir a cobertura de produção de contadores de água.

“Estamos em “stand by”, diz Pedro Miguel, director técnico da fábrica, para quem a produção depende de solicitações. “Estamos a espera de uma adjudicação com a ENDE ou com a EPAL, após a adjudicação começamos com a produção, por agora temos tudo preparado para que tão logo se assine comecemos com produção solicitada, garante o técnico.

Preparada para o fabrico de contadores monofásicos e bifásicos para o consumo doméstico e industrial, com tecnologia de ponta, para servir as necessidades do mercado, a fábrica tem como principal foco as empresas públicas de energia e de água. ʻʻA ENDE e a EPAL são os nossos principais focos”, adianta Pedro Miguel.

Sem data indicativa para assinatura de acordos com àquelas empresas públicas, o director técnico da fábrica está confiante que tal ocorra em breve.

Origem da matéria-prima

Esta tem como proveniência a China, o que leva o grupo a pensar já nos próximos tempos para a montagem de uma fábrica de material de plástico adequada para contadores e outros materiais.

A força de trabalho da fábrica é 99% nacional, de jovens que conseguem o chamado primeiro emprego, cuja formação deverá ser primeiro no País, depois no Gana, África do Sul e China. “Primeiro os técnicos recebem formação cá sobre as tecnologias usadas e o processo de fabrico, após estágio são enviados para o Gana ou África do Sul, onde farão a formação intermédia sobre o processo de fabrico, depois disto são enviados para China, para a formação superior”, explicou o director técnico, sublinhando que “neste momento estamos com 60 funcionários directos”.

Um número que pode chegar aos 500 ou 800 colaboradores com assinatura de acordos com a ENDE e EPAL.

Esperança no futuro

Contudo, o Presidente do Conselho de Administração da Sunshine, Michael Chen, está muito optimista no potencial de desenvolvimento a longo prazo do País.

ʻʻTemos aderido à intenção original de manter a boa imagem nacional da China, de investir na indústria de Angola com integridade no sentido de se alcançar uma cooperação ganha-ganhaʼʼ, frisou

Defende no entanto, a necessidade de investir na tecnologia de ponta, qualidade confiável e serviço eficiente, com um investimento real, diversificado e de longo prazo em Angola.

“Assistimos Angola a alcançar a transformação económica e o desenvolvimento da fabricação, e atingir vários objectivos principais assim como introduzir tecnologia, gestão e capital, para proporcionar mais empregos, refere o PCA.


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Domingos Massissa

Estudante de Engª Informática, editor do portal amante do mundo NERD, onde engloba cinema tecnologia e Gamers.

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